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Crônica: ENCERRANDO A CAMPANHA

  Crônica ENCERRANDO A CAMPANHA Começo pelo começo, como muitas vezes se diz, informando que todos/as podem ler este escrito, pois a minha campanha não é para a Chapa 1 e nem para a Chapa 2, mas, para a Universidade, a Ciência, a cultura científica da sociedade, como venho publicando e insistindo em ampliarmos a visão, sobretudo, tentando levar-nos além dos próprios mundinhos afetivos. Aliás, como pude acompanhar as publicações nos dois grupos, ficou evidente que as eleições – qualquer processo eletivo – ocorrem, geralmente, mais na esfera afetiva do que na racional, ou melhor, com esfera afetiva pode-se entender também, esfera individual e com a racional evidencia-se mais a esfera coletiva, não de grupos (grupo da Chapa 1 e grupo da Chapa 2), mas, no caso em questão, do Campus como um todo, como uma comunidade acadêmica. Perdoem-me, se for o caso, mas preciso insistir nesse aspecto, de sermos uma comunidade acadêmica – e não de compadres e comadres – inserida num context...

Crônica ELEIÇÕES

  CRÔNICA ELEIÇÕES: exercício de cidadania ou, de novo, só de interesses individuais; exercício da razão ou só dos afetos? Envolvido pelo clima das eleições, pelos belos discursos dos candidatos e por “ordinários” comentários de alguns do povo (alguns vizinhos que ouço conversando na rua e os pedreiros que estão trabalhando na casa do vizinho e mais alguns tantos que ouço ao ir ao supermercado...), fico a pensar com meus botões: o que há, de fato, de democrático, de cidadania, de coletividade, de preocupação com a comunidade/sociedade... nas eleições? Ou, são apenas interesses individuais, tanto dos candidatos quanto dos eleitores, que estão sendo “travestidos” com outra roupagem? O processo eleitoral também é movido pela razão, ou apenas pela afetividade (empatia ou repulsa, sem muito pensar)? Ontem os construtores da casa do vizinho estavam inspirados. Me desconcentraram, várias vezes, na minha leitura do livro   Paideia , hehe: “- Jucão, porque você não foi na carre...

crônica - EDUCAÇÃO INSTITUCIONALIZADA: ENTRE “FUNÇÃO SOCIAL” E CULTURAL

EDUCAÇÃO INSTITUCIONALIZADA: ENTRE “FUNÇÃO SOCIAL” E CULTURAL Ouso provocar, por meio deste, um questionamento a respeito da educação institucionalizada brasileira. Informo de imediato, que com o conceito educação institucionalizada me refiro ao que foi estruturado e instituído pelos humanos ao longo da historia, como sendo “A” base necessária e suficiente pela qual cada nova geração deve/precisa passar.   Condorcet também já diferenciou entre instrução pública e educação, ou seja, para ele – assim como para mim – a educação é o que acontece na família, na igreja, na comunidade em geral... e a instrução pública é o que se dá na Escola (e na Universidade). Isto possibilita aventar a afirmação de que a criança já chega “educada”, em boa medida, na instrução pública. Ou, no mínimo, que ambas seguem paralelamente durante a vida toda. Apesar da “autoilusão teórica” da/na Escola/Universidade, de achar que pode fazer tudo isto sozinha, como se fosse possível suspender a vida em fa...

DOKTORARBEIT (2020): Die Universität und die kommunikative Rationalität von Habermas

    DOKTORARBEIT (Aber nur Übersetzung von Kapitel III; "meinem Kapitel")   Click auf den Link: Doktorarbeit    

tese/Doutorado (2020): A Universidade e a Racionalidade Comunicativa de Habermas

Tese:  A Universidade e a Racionalidade Comunicativa de Habermas Livro (2023): https://drive.google.com/file/d/1EhIPp6NKxNl6ChYzo9yUQyJRIO4xrUjx/view?usp=drive_link  ou em https://editorailustracao.com.br/livro/a-universidade-e-a-racionalidade-comunicativa-de-habermas   ou, original em: URI: https://bibliodigital.unijui.edu.br:8443/xmlui/handle/123456789/7188    

CRÔNICA: O ENGÔDO, NO BRASIL, SOBRE “SER”UNIVERSIDADE

  CRÔNICA O ENGÔDO, NO BRASIL, SOBRE “SER”UNIVERSIDADE Após um ano na Alemanha, em Doutorado-Sanduíche, pude verificar em que consiste uma/a Universidade “original”. Original no sentido da que inspirou e orientou, em boa parte, a instituição da universidade brasileira. Entretanto, houve um equívoco (espero que não intencional). Os doutos brasileiros – ou no Brasil – a frente da criação da universidade brasileira, esqueceram-se da distinção, que se faz na Alemanha, em relação ao Ensino Superior, ou melhor, lá se separa o Ensino Superior entre Universität(universidades de pesquisa) e as FachHochschule (educação superior técnica, ou, cursos superiores de ciências aplicadas). Enquanto a primeira se volta completa e diretamente à pesquisa, a segunda se volta para a preparação técnico-profissional (que também inclui pesquisa específica). Ou melhor,um curso de graduação, por si só, não faz sentido na Universidade alemã. Ingressar na Universidade, lá, implica direta e clarament...